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ENSP celebra 72 anos com vozes das favelas e dos povos indígenas

A crise climática alcança toda a sociedade, mas não oferece a todos as mesmas condições de proteção. “O naufrágio é até coletivo, mas o afogamento é muito seletivo”, afirmou Preto Zezé, da Central Única das Favelas (CUFA), nesta quinta-feira. Ele participou, ao lado de Diádiney Helena de Almeida, primeira pesquisadora indígena da Fiocruz, da mesa “Emergências Climáticas e Desigualdades”, realizada em comemoração aos 72 anos da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz). O mediador foi o vice-diretor de Ensino da ENSP, Gideon Borges.